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Operação Greenfield mira fraude de R$ 8 bi em fundos de pensão

Mais corrupção da era petista vira alvo da Polícia Federal. A Operação Greenfield investiga suspeita de fraude nos fundos de pensão Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Postalis (Correios). A 10ª Vara Federal de Brasília expediu 127 mandados judiciais, sendo sete de prisão temporária, 106 de busca e apreensão e 34 de condução coercitiva em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amazonas, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.

O Ministério Público Federal, que também participa da operação, informou que a Justiça acatou pedido de sequestro e bloqueio de noventa imóveis, 139 automóveis, uma aeronave, valores em contas bancárias, cotas e ações de empresas, títulos mobiliários e outros bens e ativos de 103 pessoas físicas e jurídicas no valor aproximado de R$ 8 bilhões. Também integram a operação a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Conforme a Polícia Federal, a operação se relaciona a dez casos descobertos mediante a análise das causas dos déficits bilionários apresentados pelos fundos de pensão. “Entre os dez casos, oito são relacionados a investimentos realizadas de forma temerária ou fraudulenta pelos fundos de pensão, por meio dos FIPs (Fundos de Investimentos em Participações)”, disse a PF.

O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto são alguns dos alvos da Operação Greenfield. Vaccari está preso, em Curitiba, desde abril de 2015. Pinheiro, preso em regime domiciliar, foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento. Os dois respondem a processos na Operação Lava-Jato, que investiga propina na Petrobras e em outros órgãos federais.
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