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Holanda mira América Latina e África para criar fundo internacional pró-aborto

A ministra Lilianne Ploumen que dinheiro dos países para compensar corte de repasses determinado pelo presidente Donald Trump.

América Latina e África são os alvos da esquerda e da centro-esquerda, quando o objetivo é colocar em prática projetos polêmicos, não raro contrários aos direitos da pessoa humana e da família. Esse é o caso do projeto da ministra do Comércio Externo, Desenvolvimento e Cooperação da Holanda, Lilianne Ploumen, destinado a criar um fundo internacional para viabilizar a prática do aborto.

“Nós estamos conversando com cerca de 15 a 20 países e também com fundações. Além da conexão com uma série de países europeus, com os quais nós já trabalhamos essa questão, também estamos em contato com países da América do Sul e da África, bem como com fundações. É importante que o incentivo para o fundo seja o mais amplo possível”, disse a ministra ao The Guardian.

Certamente por estratégia para evitar pressões das entidades de defesa do direito à vida e da instituição familiar, a ministra, que pertencem ao Parto do Trabalho, de centro-esquerda, mantém em segredo a lista dos países nos quais tenta adesões ao programa que precisa de dinheiro, depois que os EUA cortaram o repasse de cerca de 600 de dólares para instituições abortistas.

Além de financiar a prática do aborto, os programas esvaziados financeiramente pelo presidente Donald Trump e que a ministra Lilianne Ploumen quer reinflar, com recursos alheios, distribuem camisinhas. Basta pegar nessas instituições comprometidas com a redução da população mundial (para que as riquezas concentradas nas mãos de poucos não corram quaisquer riscos).
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