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Telefone fixo: de sonho de consumo, a rejeitado

Sonho de consumo de milhões de brasileiros, antes e depois das privatizações da telefonia há 20 anos, o telefone fixo é hoje motivo de rejeição crescente. Na hora de contratar planos de internet e de TV por assinatura, cada vez mais usuários recusam a inclusão da linha residencial nos famosos combos.

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE, em 2016, 23,321 milhões (33,7%) de lares tinham telefone fixo, dois milhões a menos do que em 2003, quando eram 25,424 milhões as linhas residenciais em uso no país. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 12 meses até abril, houve redução de 1.045.959 de linhas fixas.

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