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Drone que matou general iraniano foi comandado dos EUA

O drone usado pelo Estados Unidos para matar o general Qasem Soleimani, do Irã, dia 2 de janeiro, é fabricado pela General Atomics, empresa especializada em aeronaves não-tripuladas desde 2007. O equipamento militar, que tem 20 metros entre as pontas das asas e capacidade para transportar até duas toneladas, pode levar mísseis e bombas teleguiadas.

A aeronave, cujo custo de fabricação é de 15,9 milhões de dólares, alcança velocidade de até 480 quilômetros por hora e altitudes de 15 mil metros, colocando-se acima das rotas de aviões convencionais. O drone pode voar por 23 horas e alcançar uma distância de 1850 quilômetros.

As bombas lançadas pela máquina podem atingir com precisão alvos em movimento de até 100 quilômetros por hora. No caso do ataque ao aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque, que destruiu completamente os alvos (seis veículos militares), as ogivas usadas pesavam ao redor de 10 quilos.

O ataque foi comandado desde uma base de Nevada, nos EUA. De uma sala possivelmente em Nevada, oficiais - treinados em cursos que exigem gastos de 1 milhão de dólares - controlam as aeronaves não-tripuladas. Superando a barreira da distância, os ataques são comandados virtualmente e seus resultados visualizados em tempo real.

Foi assim no aeroporto de Bagdá.

Imagem do momento do ataque em Bagdá.

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