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Doria se rende à hidroxicloroquina, mas com discurso politiqueiro

O governador de São Paulo, João Doria, admite o tratamento da peste chinesa com hidroxicloroquina, dizendo que quem deve decidir o momento de ministrar o medicamento deve ser o médico e não um decreto.

Apesar do discurso sobre a liberdade de decisão do médico, o protocolo a ser seguido diz que o remédio será dado a pacientes em situação grave, não incluindo a fase inicial da doença.

Doria vai distribuir às unidades de saúde 300 mil comprimidos de hidroxicloroquina, sendo 90,9 mil comprados e 210 mil doados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

"Quem deve julgar quando e como usar a cloroquina são os médicos e não um decreto. O governo de SP tem distribuído cloroquina nos hospitais públicos do estado para o tratamento de coronavírus, desde que se faça a critério do médico e com a devida autorização do paciente", disse Doria no Twitter.

João Doria adere, mas faz restrições.
Comentário - Discurso político não deveria envolver o uso ou não de medicamentos para evitar o agravamento do risco de perdas de vidas humanas por visões não comprometidas com a ciência.

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